Walther Moreira Santos
Ilustrações Thiago Laurentino e Walther Santos
Ed. Lê
Um livro lindamente ilustrado.
Com textos curtos, rimados. Um livro gostoso de ler e uma história para pensar sobre
as relações humanas. O quanto é importante saber cuidar das relações e como uma briga sem
pedir desculpas pode ser ruim.
Um livro gostoso de ler.
O livro conta a história de Nelson e João - Almirante e Capitão de um submarino enferrujado.
Os dois viviam brigados, o Capitão de cara amarrada e o Almirante com um "pé atrás".
Nenhum dos dois pilotava o leme, e do submarino ninguém cuidava. Ao léu o submarino
vagava.
Os dois já não lembravam por que haviam brigado.
Se por causa de uma sereia, de uma moeda ou de um jogo que um dos dois tinham ganhado.
Nem lembravam se a briga tinha começado quando ainda eram crianças.
Mas também não queriam fazer as pazes.
E enquanto isso o submarino desgovernado navegava.
Porém um dia o submarino enferrujado bateu na ponta de uma estrela-do-mar,
e seu casco furou-se e ele começou a afundar.
Então o Almirante e o Capitão voltaram a se falar:
Precisavam fazer algo para o casco fechar.
Mas era tarde, o silêncio destruiu uma amizade que nunca mais se refaz.
E com o casco furado afundaram... e o submarino ficou para sempre no fundo do mar.
Só encontrei o livro disponível no site da Livraria Saraiva (pesquisa internet) por R$ 30,00.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
"ASSIM QUE A BANDA TOCA"
Texto Luís Pimentel
Ilustrações Sandra Serra
Roda e Cia Editora
Tudo começa quando o show acaba, quando o público vai para casa descansar e os músicos saem para comemorar. Os instrumentos aproveitam para
conversar.
O pandeiro - que se considera o mais animado, mais brincalhão e mais brasileiro dos instrumentos,conta que os músicos saíram contando vantagens,
sem conhecer a verdade, que são os instrumentos que dão tom as emoções.
O violino pede a palavra, e diz que está na hora deles se posicionarem, exigir cuidado e afinação, pois os músicos precisam tocar eles direitinho, afinal eles não são cordeirinhos.
O trombone entra na conversa, reclamando que muito toca sem ganhar nenhum tostão.
A flauta argumentou que eram eles as estrelas do espetáculo, é o calor, a energia.
Que pensam que são apenas instrumentos, e que são usados para mostrar os seus talentos.
E nessa discussão entrou também o Clarinete, o Fagote, o Clarim.
O pistom, a viola, a harpa e o tamborim.
A cuíca e o berimbau, o triangulo, a sanfona e a zabumba.
A Tuba e o xilofone. O trompete e o saxofone.
"Nós é que dizemos como é que a banda toca!
Os instrumentos são o rio e a pororoca, nós é que dizemos como
é que a banda toca!"
E assim foram se repetindo, não sei quantas vezes, e sem que eles percebessem
os músicos já estavam de volta para o ensaio.
- O que está acontecendo aqui? - Perguntou o violonista.
- Que maluquice é essa? - quis saber o flautista.
- Vocês enlouqueceram? gritou o tocador de saxofone.
Então os instrumentos repetiram
"Os instrumentos são o rio e a pororoca, nós é que dizemos como
é que a banda toca!"
Então os músicos sentaram-se no canto do palco e ficaram assistindo, quietinhos,
ouvindo como era que a banda tocava. E gostaram muito do que viram.
Gostaram tanto que no ensaio do dia seguinte foram os instrumentos que tocaram
o tocador.
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 31,30 no site da Livraria Saraiva.
Ilustrações Sandra Serra
Roda e Cia Editora
Tudo começa quando o show acaba, quando o público vai para casa descansar e os músicos saem para comemorar. Os instrumentos aproveitam para
conversar.
O pandeiro - que se considera o mais animado, mais brincalhão e mais brasileiro dos instrumentos,conta que os músicos saíram contando vantagens,
sem conhecer a verdade, que são os instrumentos que dão tom as emoções.
O violino pede a palavra, e diz que está na hora deles se posicionarem, exigir cuidado e afinação, pois os músicos precisam tocar eles direitinho, afinal eles não são cordeirinhos.
O trombone entra na conversa, reclamando que muito toca sem ganhar nenhum tostão.
A flauta argumentou que eram eles as estrelas do espetáculo, é o calor, a energia.
Que pensam que são apenas instrumentos, e que são usados para mostrar os seus talentos.
E nessa discussão entrou também o Clarinete, o Fagote, o Clarim.
O pistom, a viola, a harpa e o tamborim.
A cuíca e o berimbau, o triangulo, a sanfona e a zabumba.
A Tuba e o xilofone. O trompete e o saxofone.
"Nós é que dizemos como é que a banda toca!
Os instrumentos são o rio e a pororoca, nós é que dizemos como
é que a banda toca!"
E assim foram se repetindo, não sei quantas vezes, e sem que eles percebessem
os músicos já estavam de volta para o ensaio.
- O que está acontecendo aqui? - Perguntou o violonista.
- Que maluquice é essa? - quis saber o flautista.
- Vocês enlouqueceram? gritou o tocador de saxofone.
Então os instrumentos repetiram
"Os instrumentos são o rio e a pororoca, nós é que dizemos como
é que a banda toca!"
Então os músicos sentaram-se no canto do palco e ficaram assistindo, quietinhos,
ouvindo como era que a banda tocava. E gostaram muito do que viram.
Gostaram tanto que no ensaio do dia seguinte foram os instrumentos que tocaram
o tocador.
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 31,30 no site da Livraria Saraiva.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
FOFOCA NA FLORESTA
Helena Kraljic
Traduzido por Cristiane Castro
Ed Bicho Esperto
Esse livro é fantástico! Um ótimo exemplo para os nossos pequenos do quanto a fofoca é "perigosa". Um exemplo divertido daquele ditado "quem conta um conto, aumenta um ponto!".
Muito bem ilustrado, todo escrito em caixa alta, é fácil de ler.
A confusão começa, quando Salete, a esquilo vê um coelho balançando as pates e o urso Bruno, estirado no chão... ela logo pensa que o coelho vai matar seu amigo e com medo sai correndo e vai pedir ajuda para a ratazana Dóris.
Chega dizendo que Bruno está sendo atacado por um coelho gigante, e que o coelho está batendo com muita força no urso. Dóris, apavorada, resolve correr para pedir ajuda a raposa Rúbia.
A ratazana, por sua vez conta para Rúbia que Bruno estava apanhando de um coelho, e que estava caído, com a cabeça machucada. A raposa diz que é preciso ajudar ao urso Bruno, e resolve pedir ajuda ao lobo, pois sua força poderá ser útil.
O lobo Walter descansava em uma sombra quando a raposa chegou, e foi logo dizendo
que Bruno estava morto (!!!), que tinha sido atacado por um coelho gigante, e que sua cabeça estava machucada e o lugar todo cheio de sangue, e que era preciso espantar o coelho antes que todos os outros fossem atacados.
Walter resolveu também pedir ajuda ao Jango, o Javali.
Quando Walter encontrou o Javali, de tanto que correu, mal conseguia falar e recuperando o folego, foi contando que todos estavam correndo perigo, que um coelho gigante e muito perigoso estava na floresta e já tinha matado o urso Bruno. Que Bruno estava caído em meio o sangue e que estava todo machucado.
Jango achava que já tinha escutado o bastante, e saiu com Walter em direção ao local onde estaria Bruno.
E os animais armados foram enfrentar o coelho - Salete com um galho, Dóris com um machado, Rúbia com uma motoserra e Walter e Jango com grandes troncos que encontraram nas redondezas.
Salete guiou toda a turma cuidadosamente até onde estava o urso.
O coelho ainda estava lá...
E então Dóris descobriu que ele não era gigante, como havia dito Salete.
Rúbia descobriu que a cabeça de Bruno não estava machucada, como tinha dito Dóris.
Walter descobriu que o lugar não estava cheio de sangue, como havia dito Rúbia.
Jango descobriu que o urso não estava com o corpo todo machucado.
Mas mesmo assim, os animais resolveram espantar de uma vez aquele coelho perigoso.
Quando os bichos pularam em direção ao coelho, esse gritou assustado: "Lobo, Lobo! Socorro!"
Os gritos acordaram o urso Bruno.
A surpresa foi geral, descobriram que o urso não estava morto.
E então descobriram que o Bruno estava sujo de mel, e por isso as abelhas
não o deixavam dormir sossegado, o coelho estava cuidando para que elas
não chegassem perto dele.
Os animais ficaram com muita vergonha, e depois caíram na gargalhada.
E todos prometeram a Bruno que, numa próxima vez, vão ter certeza
antes de espalhar uma noticia por ai,
Pena que só encontrei esse livro disponível no site da Livraria Cultura por R$ 14,90.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
"O PASSARINHO ENGAIOLADO"
Rubens Alves
Ilustrações Marília Cotomacci
Ed. Papirus
Um livro bem ilustrado, muito colorido e com texto fácil de ler.
Conta a história de um passarinho que vivia engaiolado, tinha uma vida tranquila e segura.
O autor então brinca com conceitos de liberdade e com as "gaiolas" que os homens constroem para segurança, numa vida chata.. monótona. Dentro da gaiola do passarinho também era assim - os sonhos de aventuras selvagens desaparecem nas grades, arames de ferro.
O passarinho ainda engaiolado ainda lembrava do dia em que foi enganado pelo alçapão - bastou uma bicada no alpiste apetitoso para que a porta se fechasse para sempre! A mãe passarinha, ao ver seu filho engaiolado, provavelmente achou que suas orações tinham sido atendidas - seu filhote estaria seguro ali, para sempre, sem precisar ter medo de ser comido por um gato, para sempre terá comida... e se ficasse deprimido, era só cantar!
As palavras da mãe passarinha não convenceram o filhote.
No seu pequeno espaço ele olhava os outros passarinhos e queria ser como eles: livre... ah se aquela maldita porta se abrisse...
Para sua surpresa, um dia seu dono esqueceu a porta da gaiola aberta!
Ele agora estava livre e voou para o galho mais próximo. Olhou para baixo... sentiu até tontura: já havia se acostumado com o chão da gaiola. Teve medo de cair.
Ele agora estava livre e voou para o galho mais próximo. Olhou para baixo... sentiu até tontura: já havia se acostumado com o chão da gaiola. Teve medo de cair.
Viu uma árvore mais distante, teve vontade de ir até lá, mas não sabia se suas asas aguentariam. Era melhor não abusar. Tentou comer um inseto, mas não conseguiu... o inseto foi mais rápido e mais esperto!
Uma outra passarinha o convidou para ir até uma pimenteira, no vizinho... mas era preciso tomar cuidado com o gato.. congelado pelo medo, o passarinho preferiu dizer que não gostava de pimentas.
Quando foi chegando a noite, o passarinho não sabia onde iria dormir, sentiu saudades do "amigo prego", lá na parede da cozinha, onde ficava sua gaiola.
Ficou com medo dos gatos, dos meninos e seus estilingues.
Não imaginara que a liberdade fosse tão complicada e teve saudade da sua gaiola.
Voltou.
Felizmente a porta ainda estava aberta, entrou, pulou no poleiro e adormeceu agradecido.
O dono do passarinho, ao ver a porta da gaiola aberta pensou que aquele passarinho era o bicho mais bobo do mundo, ou era cego... afinal passarinho não fica em gaiola, passarinho gosta mesmo é de voar.
"Só podem gozar a liberdade aqueles que tem coragem"
Um livro com uma mensagem muito legal sobre responsabilidade e medo para os pequenos e para os nem tão pequenos.
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 19,30 no site da Livraria da Folha, e por R$ 27,50 nos sites das Livrarias Cultura, Saraiva e Travessa.
sábado, 18 de julho de 2015
"A POESIA DOS BICHOS"
Texto e Ilustrações Tatiana Bianchini
Ed. Elementar.
Já que comecei a semana dando dica de livros de poesia, vou aproveitar
para apresentar mais esse.
Um livro bem ilustrado e cheio de cor, com poesias sobre o mundo animal.
Como já disse antes, gosto de toda noite ler pelo menos uma poesia para a minha Maria,
Acho legal que as crianças conheçam mais esse jeito lúdico de contar histórias.
E é sempre muito gostoso ler um texto rimado para embalar o sono dos pequenos.
São seis poesias, divertidas e gostosas de ler:
A Confusão
A Arca de Noé
O Gato
O Macaco e o Mosquito
Formiga
A Abelha Abelhuda
"Dizem que a Girafa brigou com o Elefante,
Dizem que a Cobra gritou no alto-falante,
Que o Macaco berrou com o Camaleão
Que então começou a confusão.
Foi um pega-pega e um corre-corre,
Foi um esconde-esconde e um pega-corre.
Até que chegou o leão exigindo atenção:
- O que eu digo vem do coração!
- Para que brigar?
- Para que gritar?
-Sem diferenças não haveria riquezas.
- Somos diferentes, sim!
- Olhem só para mim!
-Cada qual é um ser especial!
- Por isso ser animal é tão legal!
Aprenderam a lição?
Para que a paz reine na floresta,
Chega de confusão"
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 28,00 nos sites das Livrarias Saraiva e Cultura.
Ed. Elementar.
Já que comecei a semana dando dica de livros de poesia, vou aproveitar
para apresentar mais esse.
Um livro bem ilustrado e cheio de cor, com poesias sobre o mundo animal.
Como já disse antes, gosto de toda noite ler pelo menos uma poesia para a minha Maria,
Acho legal que as crianças conheçam mais esse jeito lúdico de contar histórias.
E é sempre muito gostoso ler um texto rimado para embalar o sono dos pequenos.
São seis poesias, divertidas e gostosas de ler:
A Confusão
A Arca de Noé
O Gato
O Macaco e o Mosquito
Formiga
A Abelha Abelhuda
"Dizem que a Girafa brigou com o Elefante,
Dizem que a Cobra gritou no alto-falante,
Que o Macaco berrou com o Camaleão
Que então começou a confusão.
Foi um pega-pega e um corre-corre,
Foi um esconde-esconde e um pega-corre.
Até que chegou o leão exigindo atenção:
- O que eu digo vem do coração!
- Para que brigar?
- Para que gritar?
-Sem diferenças não haveria riquezas.
- Somos diferentes, sim!
- Olhem só para mim!
-Cada qual é um ser especial!
- Por isso ser animal é tão legal!
Aprenderam a lição?
Para que a paz reine na floresta,
Chega de confusão"
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 28,00 nos sites das Livrarias Saraiva e Cultura.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
"BICHIONÁRIO"
Nílson José Machado
Ilustrações Dulce Osinski
Ed Escritinha
Um livro muito colorido, bem ilustrado e fácil de ler - com textos curtos, e apesar de não ser em caixa alta (letras maiúscula) acho ideal para os pequenos que estão começando a ler.
O livro tem todo alfabeto (como agenda de telefone) no canto direito das páginas, e para cada letra um animal com uma rima sobre o tal bicho.
No A tem a Aranha.
"Lutam a mosca
E a aranha
Quem Ganha?"
No Q aparece o Quati.
"Quati por aqui.
Quase não se vê.
Amigo Quati,
Onde está você?"
Até para o X tem um bicho - um sapo: o Xuê-Guaçu, que conhecemos como sapo cururu!
Um livro divertido, fácil de ler e que diverte as crianças.
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 28,00 nos sites das Livrarias Saraiva, Travessa, Cia dos Livros e Livraria da Folha e por R$ 29,00 no site da Livraria Cultura.
Ilustrações Dulce Osinski
Ed Escritinha
Um livro muito colorido, bem ilustrado e fácil de ler - com textos curtos, e apesar de não ser em caixa alta (letras maiúscula) acho ideal para os pequenos que estão começando a ler.
O livro tem todo alfabeto (como agenda de telefone) no canto direito das páginas, e para cada letra um animal com uma rima sobre o tal bicho.
No A tem a Aranha.
"Lutam a mosca
E a aranha
Quem Ganha?"
No Q aparece o Quati.
"Quati por aqui.
Quase não se vê.
Amigo Quati,
Onde está você?"
Até para o X tem um bicho - um sapo: o Xuê-Guaçu, que conhecemos como sapo cururu!
Um livro divertido, fácil de ler e que diverte as crianças.
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 28,00 nos sites das Livrarias Saraiva, Travessa, Cia dos Livros e Livraria da Folha e por R$ 29,00 no site da Livraria Cultura.
terça-feira, 14 de julho de 2015
"OU ISTO OU AQUILO
Cecília Meireles
Ilustrações Odilon Moraes
Ed Global
"Esta menina
Tão pequenina
Quer ser Bailarina.
Não conhece nem dó, nem ré
Mas sabe ficar na ponta do pé..."
(A Bailarina)
Um livro cheio de pequenas histórias rimadas (poemas), que encanta e acalma.
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 30,81 no site da Livraria Travessa e por R$ 39,00 nos sites das livrarias Cultura e Livraria da Folha.
Ilustrações Odilon Moraes
Ed Global
Depois de muitos dias sem conseguir publicar textos e imagens aqui, parece que agora tudo está voltando ao normal... e para recomeçar não podia escolher um livro tão lindo como esse da Cecília Meireles.
Um livro lindo, com 56 poesias da Cecília, lindamente ilustrado e uma delícia de ler.
Eu - com minha Maria - costumo ler sempre uma poesia antes ou depois de um livro de histórias.
Ela adora as rimas. E desse livro, em especial, as ilustrações.
Tem poesia sobre meninas, meninos, sobre o tempo, sobre bichos, e sobre a natureza.
Bem variado. Lindo de ver e muito gostoso de ler.
A autora brinca com as palavras e cria um universo encantador com a bola, com a casa da avó, com chuva e com lua.
"Esta menina
Tão pequenina
Quer ser Bailarina.
Não conhece nem dó, nem ré
Mas sabe ficar na ponta do pé..."
(A Bailarina)
Um livro cheio de pequenas histórias rimadas (poemas), que encanta e acalma.
Encontrei o livro (pesquisa internet) por R$ 30,81 no site da Livraria Travessa e por R$ 39,00 nos sites das livrarias Cultura e Livraria da Folha.
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